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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A mãe Brasil já é a 6º mais rica do mundo, mas tem 16 milhões de filhos passando fome.


Pois é, querido leitor, o Brasil atravessa a ponte da prosperidade, benzida pelos pastores do mercado, eis a ratificação: uma empresa de consultoria britânica afirma que o país ultrapassou o Reino Unido e já é a 6º maior economia do mundo, uma potência no mercado. Para o Ministro da Fazenda, o senhor “Poliana” Mantega, o país, ainda no ano de 2012, passará a França, do “avassalador de países endividados” Sarkozy, pulando para 5º posição: “este é um país que vai pra frente, de um povo alegre e tão contente”, como proclamava as músicas de caráter ideológico do período militar.

Mas, porém, todavia, permanece na lista dos mais endividados, não falo das dívidas aos bancos, danem-se estes! Falo das inadimplências ao seu povo: 16 milhões de brasileiros estão na linha de extrema-miséria, passando fome – se considerarmos os que se alimentam de forma precária, o número sobe para 62 milhões! -, 11 milhões vivem em condições desumanas.

A reforma agrária continua no seu “eterno” processo de lentidão: nossos sertanejos, esgotados pela seca, engatinham sob a terra, se empanzinam com a palma, se entorpecem na cachaça e morrem parcos num latifúndio qualquer; a reforma urbana fora vendida para especulação imobiliária, e nosso povo continua a morrer depois dos festejos de fim de ano, com os dilúvios da omissão dos nossos governantes.

O país ocupa a 3º posição dos mais desiguais do mundo – comemoremos? -, no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) está na lamentável 84º posição! Educação e Saúde permanecem no estado sórdido – a dura oposição, da esquerda sectária, pressiona o governo a destinar 10% do PIB para estas áreas, mas não parece meta do governo Dilma -, o que a Bolsa Família garante para o povo no ano, Eike Batista fatura em alguns meses.

Enfim, não nos encantemos com este avanço na economia, é artificial; temos sim é que pressionar o governo para dividir este, agora, dinheiro colossal, fazendo assim, erradicar a desigualdade social, a qual enfraquece nosso país. O governo deve fazer mais investimentos na área social e que Dilma faça valer o lema de sua campanha presidencial, o qual diz: “país rico é país sem miséria”.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Di prufessô a palhasso



O título foi escrito errado propositalmente. Por que? Para mostrar o que acontece quando tratamos um profissional que é pilar para todas as outras de maneira ridícula.



A educação é fonte de grande parte da melhoria no país. A China investe fortemente na educação e, por conta disso, está crescendo. Existem outras razões claro, mas se pensarmos a fundo, uma pessoa bem educada, consegue entender melhor o mundo a sua volta e evita coisas que podem prejudicar, bem como dá as ferramentas para que as pessoas criem seus futuros.



É claro que a educação não depende só do professor. Mas ele é o elo que transforma, que impulsiona o cerebro de seus ouvintes a pensar, a descobrir pontos de vista e decidir o que quer fazer da sua vida.




Apesar disso, infelizmente, os professores são desrespeitados. E não estou falando de estudantes bagunceiros em sala de aula. Ele é desrespeitado pelo salário que recebe, pelas condições pra suas aulas e até é desrespeitado em seu DIREITO de protestar, enfim, tratado como escória. Os professores que já existem começam a ficar desestimulados e os que saem das faculdades/universidades chocam com a realidade das salas e escolas.




Salas estupidamente lotadas, ferramentas antigas e/ou danificadas , superiores com a mente arcaica e ainda tem de lidar com estudantes que se acham no direito de ameaçar o professor por questão X ou Y. Enquanto muitos empregos vão das 8 as 18, e ao terminarem sua carga de trabalho, podem fazer outras coisas, o professor trabalha das 7 até sabe lá Deus quando, tem que chegar em casa e corrigir provas de varios alunos e de varias salas, preparar as aulas para o dia seguinte, pra ganhar pouco, ser humilhado por alunos, diretores e ouvir um não do governo. Quem não desanimaria nessas condições?




Eu estudei todo a maior parte da minha vida a em colégios particulares. E hoje sou universitário de uma pública. E nos dois, eu vejo humilhação. Professor é professor. Existe um ou outro que nasceu pra descontar as frustrações nos alunos, mesmo esses poucos até ganhando relativamente bem. Mas, tirando esses, o que vemos? Precariedade. E quem perde? Todos. É isso mesmo. Todos. O Patrão vai ter dificuldade em achar um bom funcionário capacitado pra sua empresa, um pai/mãe de familia não vai poder ter um bom currículo pra apresentar (quanto mais estudar pra um concurso bastante concorrido.). E assim, o país para e dá meia volta.




Soluções existem. Aumento de salário, melhoria das condições de trabalho, etc. Até vocês mesmos estão pensando em variás soluções. Mas concordamos que em todas, existe coisas em comum: Pensar na valorização, na dignidade dos professores e na URGENCIA de se resolver esses problemas.





Talvez, se as pessoas parassem para pensar que rever essas coisas não é um ato de " valorização de uma classe de trabalhadores", mas sim a valorização de um país, de um futuro melhor, talvez, tenhamos uma chance.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Viva a República, viva?























Uma grande e pertinente indagação abre o novo post: “Viva a República, viva?”.


Evidentemente, existe a satisfação em ser proclamado algo que, de fato, representa um marco importante na história do país: primeiro, porque rompe com a caduca monarquia, e, segundo, porque, finalmente, surge a posição de elevar o país ao estágio de República, onde quem governaria esta seria um presidente eleito pelo povo, ou seja, um representante do povo.


Por alto, parece uma grande mudança na história do Brasil e de seu povo, mas basta analisar com detalhes as aspirações pela República e este novo governo presidencialista, para rapidamente serem notados os interesses e as eventuais fragilidades que o cercava.


A aspiração pela República interessava principalmente os interesses dos magnatas cafeicultores do oeste paulista, os quais acreditavam – com provas – na injustiça do poder centralizado, que não beneficiava seus valiosos negócios, além de serem amantes do ideal positivista – a elite brasileira e renomados intelectuais, como Tobias Barreto, adotaram os ideais de Comte, os quais afirmavam que para o “progresso” da nação dever –se-ia manter a “ordem”, sendo, então, instalada a “ditadura dos sábios”, que mais se assemelhava a “ditadura da elite”; nesta perspectiva, a luta de classes fora menosprezada, pois só os homens instruídos deveriam conduzir a sociedade e seus anseios, mas e o povo, onde ficava?


Outra frustração era a tal reforma política outorgada pela nova Constituição, a qual decretava quem governaria o país, que seria um homem eleito pelo povo, não mais pelos dedos onipotentes de Deus, afirmando o sufrágio universal. Mas que povo era este?


Analfabetos, mulheres e menores de 21 anos, não podiam votar – já ia metade do povão; a Constituição decretava, também, que o voto NÃO era secreto, ou seja, o patrão sabia em quem seu peão iria votar, bastava ler seu voto: coitado do peão que não votasse num candidato que representasse os interesses do patrão! Então, a quem mais interessava estas eleições? O presidente eleito daria ouvidos ao povo?


E hoje, quem é ouvido primeiro pelos nossos governantes, os mega interesses dos novos magnatas, não mais cafeicultores, mas agiotas, especuladores imobiliários e banqueiros, ou os anseios dos professores, estudantes e operários, por exemplo? Deixaremos a perene marca positivista, inserida em nossa bandeira – “ordem e progresso” – representar a mordaça do povo subserviente ao mesmo tempo em que garante o progresso de uma elite onipotente; ou agiremos para pôr em prática o que está previsto na Constituição de 88, o direito do cidadão? Hoje, a FIFA tenta acabar, com direitos conquistados por estudantes e aposentados, como a meia entrada durante a Copa de 2014, basta saber quem Aldo Rebelo ouvirá primeiro, serão as exigências fúteis da FIFA ou os direitos do povo?


Que a República ouça os anseios do povo, pois a luta por justiça e direitos não fora construída pela boa vontade de poucos, mas pelo sangue de muitos. Como já dissera um famoso capoeirista carioca, durante a Revolta da Vacina: “essas coisas são boas para o governo saber que negada não é carneiro não!”.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Um ano de Blog!


























Um ano de blog e meu singelo agradecimento a todos aqueles que, graças as minhas infames propagandas esquerdistas, largaram mão das vidas pacatas de monotonia, de descrença no mundo e na aversão pelo culto à liberdade. Pois é, passamos por diversas crises – crises sistêmicas do capitalismo -, mas também, por diversos momentos de sublevação do espírito coletivo do ser humano – marchas insurgentes, greves resistentes, lembram disso?


Ao ser perguntado qual objetivo do blog, com um título tão utópico, criado por Victor, só me vem a mente o verbo, tão endeusado por mim: acreditar! O interessante é que sou cristão curioso e reconheço a contribuição do marxismo para emancipação do homem, ou melhor, dos homens – prefiro colocar no plural para não se assemelhar aos dicursos de certas Igrejas Mercantilistas, que querem libertar a pessoa utilizando discursos individualistas, então se libertará certos indivíduos, mas não o geral, uma vez que os verdadeiros meios para ajudar na libertação dos demais consiste na utilização de outros meios, não mais os mercadológicos que, por sinal, são os que o povo quer ouvir, daí meu reconhecimento do marxismo, como um destes meios -, então escrevo impulsionado pela literatura marxista e, por que não, cristã para fomentação de um discurso que anime a sociedade, não a acomode, como instituições de, por incrível que pareça, até cunho filantrópico fazem – a Unesco defende o sistema neoliberal, se este sistema fosse abolido, talvez a Unesco não precisaria existir; o Criança Esperança, afinal, depois deste programa de ajuda as crianças, começa o Jornal Nacional, com seus discursos elitistas, os quais, descriminam os pobres, logo também, as crianças pobres, que depois recebem ajuda do povo que faz as doações. Não, substancialmente, a Globo faz as doações, mas o povo! A emissora só sede o espaço, afinal é uma concessão pública, mas não é o povo que fica isento dos impostos e – pois é, acreditem -, a própria Rede Globo!


Não quero, nem vou, me prolongar muito, resolvi fazer o texto, apenas para termos um post no mês do aniversário de um ano do blog. São poucos textos, é bem verdade, mas lidos por mais de 1600 pessoas, incluindo estrangeiros: australianos, estadunidenses – inclusive são maioria -, alemães, neozelandeses, angolanos, portugueses, canadenses, moçambicanos e, para minha felicidade, russos! Os dias vão se passando e o tempo para escrever também, não sei se vocês perceberam, mas a maioria dos post´s são nos períodos de repouso, entre maio e agosto, daí os poucos textos! Mas não importa, estamos em outubro e, juntos, comentamos as grandes aspirações do homem, mais um erro conceitual, queria dizer, dos homens, até então neste ano: crises na Europa; o levante dos jovens no mundo árabe; as pressões aos banqueiros e as multinacionais exploradoras, como a Peugeut; a ida de Amanda Gurgel ao Faustão, denunciar os abusos feitos aos professores; as marchas pela igualdade, ou melhor, equidade; a sublevação dos estudantes chilenos; a morte de Osama; o Egito Libre, como já falava no texto, preocupados com o 2º passo; a libertação a partir da educação; a valorização do wikileaks; entre outras manifestações do povo que ousa não se render as perversidades do opressor, manifestado, como já falava antes, até nas instituições que deveriam acolher o ser humano!


Na maioria dos comentários do blog é revelado a desesperança dos jovens na busca pela liberdade, sempre rotulada de utópica. Mas qual problema em ser utópica? Por que ser tão cartesiano e negar a utopia? É óbvio que a liberdade é utópica, nós teremos que procurá-la, buscá-la, este é o meio para achá-la! Isso me lembra uma frase do Fernando Birri, quando fora perguntado sobre o que pensava da utopia, então respondeu. “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.


Então o título do blog faz todo sentido, somos livremente presos, é factual, porém nos acomodaremos com isso? Não buscaremos soluções para nos emancipar-mos? A busca é necessária!


Este ano 12 operários já morreram por falta de segurança no trabalho, deixaremos eles, ainda, morrerem por insegurança no trabalho, ou a morte destes só atrapalham o sábado da classe média, como sugeria Chico Buarque? A liberdade das greves destes operários podem ser contestadas e oprimidas? Este é só um exemplo do que o ceticismo doentil pode causar: a acomodação!


Encerrarei o post, com a instigante frase do último cristão – depois do único – São Francisco de Assis, a este verdadeiro cristão, que fora comemorado seu dia na segunda, estamos no sábado, daí a tardia homenagem póstuma. “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível”.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Síndrome de Poliana















É possível encontrar benécias no meio de inúmeras adversidades no globo?

Crises econômicas, assassinatos de sindicalistas, desemprego em massa nos países desenvolvidos, – nem preciso falar dos subdesenvolvidos – repressão de marchas, corporativismo, superexploração do trabalhador nas multinacionais, discursos pró-ditadura, homofobia, machismo e racismo inseridos no Congresso, omissão de famosas usurpações políticas em períodos passados, governador outorgando a cacetada nos bombeiros 'desordeiros' e 'irresponsáveis', ridicularização e difamação do professorado, dívidas exorbitantes de países considerados 1º Mundo, mais de uma década de “guerra contra o terror” - guerra esta que conseguiu, com muita eficácia, atormentar todo um povo, além de causar a dizimação de milhares de homens, mulheres e até crianças, que hoje se deleitam nos rios de leite e mel no paraíso islâmico. Sendo assim, como é possível encontrar vantagens no meio de tais anomalias?


Considerando os últimos avanços em todo o mundo, como a ratificação da conscientização política dos jovens, as greves resistentes, as marchas insurgentes, a supervalorização da liberdade, fazem parecer que o espectro do espírito coletivo, contra qualquer tipo de intolerância, não cessaram, e sim estão em puro ecstasy! Vejamos outros exemplos: Levantes iniciados por jovens, instigam o povo à unir-se, libertando este de ditaduras cristalizadas; estudantes, professores e até pais de estudantesss, unidos no Chile lutando por melhorias na educação, contra os cacetetes, gases de pimenta, bombas de efeito moral, entre outros recursos encontrados pelo governo do semi-fascista Sebástian Piñera – o mesmo que posou de pai dos mineiros no famigerado resgate destes, lembram dele? Grécia, Portugal e Espanha – as ralés da Europa Ocidental - encabeçam a lista de países europeus, que possuem uma classe trabalhadora e futuros trabalhadores que se levantam contra as políticas de austeridade, pressionadas pelo FMI, que visam o Estado Mínimo e a fatal proliferação de desempregados e esfomeados nos seus países, em benefício dos magnatas banqueiros. No Brasil, bombeiros, professores, policiais, médicos, operários das obras da Copa, marcham exigindo aumentos salariais e melhorias no seu âmbito de trabalho; destaca-se a figura de Amanda Gurgel, mulher ousada, que com sua coragem - aquela que todos nós esperamos da verdadeira mulher, diferente da estereotipada nas propagandas de cerveja - denunciou o descaso do governo para com a educação, sendo até chamada para se apresentar no Faustão. O que já é um acontecimento, a Rede Globo dar espaço para uma militante do PSTU, declarada socialista, defensora das greves e audaciosa, fazendo um único pedido a plateia, uma singela salva de palmas para a resistência dos professores em greve – alguns chegando aos 70 dias de resistência!

As marchas também crescem em terras brasilis: 5,5 milhões de ativistas em São Paulo e Fortaleza, vão a Parada Gay criticar, dentre outras coisas, o recuo de Dilma diante do kit anti-homofobia; militantes vão as ruas, enfrentando uma polícia armada até os dentes, exigindo ao menos o direito democrático de marchar pela legalização da maconha - como esta foi violentamente reprimida, surge a ideia da “Marcha da Liberdade”, que acabou sendo um sucesso levando milhares de ativistas às ruas em defesa de suas aspirações. O mundo estará mesmo borbulhando ou se trata apenas do “jogo do contente”?


Levando em consideração os exemplos aqui citados, deixo claro a importância de mostrar a você, amigo leitor, que todos os dias milhões de pessoas marcham pelo fim de políticas autoritárias, discriminatórias e opressoras, que causam o detrimento da classe trabalhadora. Mas para você o mundo é mal por natureza e não tem mais jeito? Lembro das famosa incitações de Marx. “Proletários de todo o mundo, UNI-VOS” e do Saramago. “Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo”. Sendo assim, vamos à luta... unidos!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Egito Libre!!!
















Depois de longos 30 anos no poder, Mubarack renuncia no Egito. O povo que há 30 anos vive com a falta de democracia,consegue derrubar esta "realeza" em 18 dias,após tomarem conta da realidade caótica que os cercava, por meio de sites de relacionamento,o twitter e o wikileaks, que revelou as fraudes nas últimas 3 décadas do "reinado" de Mubarack. O mais importante para esta insurreição, foi a convocação dos jovens que conseguiram com muita tenacidade conglomerar uma multidão ensandecida,que pelejava por uma reforma trabalhista, democracia, direitos civis e uma consequente justiça social.
A revolução se espalha pelo Oriente, que sai da fatídica visão de conformismo e passa a lutar pela liberdade, e com a graça de Deus não se contentaram com a "liberdade falsa" que pode estar por vir e continuará a resistir esta nova opressão, agora mascarada,até finalmente levar o Oriente a tão sonhada igualdade social.
Hoje o Egito vive sob liderança dos militares, famosos por terem negócios no ramo petrolífero, os EUA já vem mechendo seus pauzinhos para continuar com seus lucros faustosos na região. Sacou, amigo leitor? Os militares no poder...EUA mechendo pauzinhos... Resultado: a tal "liberdade falsa" que acabei de falar. Um exemplo disso é que a insurreição está bastante controlada pois a mídia já vem abafando o caso. A luta pela democracia e pela reforma trabalhista, será feita de forma bastante gradual para que não implique nos negócios dos magnatas do petróleo. Com esta realidade o povo tem que ficar do olhos bem abertos e não se deixar levar pelos discursos demagogos que estão por vir. Sabendo disso, nasce uma nova batalha para este povo. Vencida a primeira, que venha a segunda!!!